Viagem à Lua

Author: Camila /


Os programas tripulados Mercury e Gemini foram aquecimentos tecnológicos para o programa Apollo. Cada elemento destes programas testou viabilidade de uma missão longa e tripulada para a Lua. Sete missões como a Apollo foram esboçadas, cada uma testando um conjunto específico de componentes e tarefas, e cada passo precisava ser finalizado com sucesso antes que a próxima missão do gênero começasse. No total, o programa Apollo lançou 11 missões tripuladas.Para se preparar para a viagem à Lua, o programa Apollo lançou duas missões orbitando a Terra, Apollo 7 e 9, que testaram os comandos e os módulos lunares. Estas bem-sucedidas missões geraram mais duas missões que orbitaram a Lua, Apollos 8 e 10.Estas missões testaram a tripulação, os veículos espaciais e as instalações de apoio à missão. Elas testaram os módulos de comando, incluindo comunicações e sistemas de rastreamento e sobrevivência. As equipes também fotografaram a superfície lunar e avaliaram o desempenho do módulo lunar entre a Terra e a órbita da Lua.A Apollo 10 foi um verdadeiro ensaio para o pouso lunar. Todas as operações, com exceção da alunissagem, foram executadas.Depois de testar todos os elementos da missão tripulada para a Lua, a Apollo 11 finalmente estava pronta para partir.O foguete Saturno V foi utilizado para lançar Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins em sua jornada ao redor da Lua. Ele era composto por três estágios, que se separaram em diversos intervalos durante a viagem à Lua.
Ao se aproximar da Lua, o módulo de comando e o módulo lunar se destacaram no estágio final do veículo de lançamento. Uma série de manobras, coreografadas com precisão, acoplou o módulo lunar ao módulo de comando antes da entrada na órbita lunar. Uma vez na órbita, Aldrin e Armstrong partiram no módulo lunar, deixando Collins no módulo de comando, pousando na superfície da Lua e fazendo história.

O Sistema Solar

Author: Camila /




O sistema solar desde os primórdios da civilização foi um tema de curiosidade e estudo. Os antigos astrônomos olhando o céu, notavam que alguns pontos luminosos moviam-se no céu entre as estrelas e que durante o ano alteravam o seu brilho. Estes corpos com movimento errante foram chamados de Planetas, que significa estrelas viajantes. Estes corpos r eceberam vários nomes, dados pelos diferentes povos antigos: os egípcios, chineses, mesopotâmios, os gregos, romanos... No início as medidas realizadas para este estudo era pouco precisas e feitas muitas vezes de maneira indireta, utilizando a luz visível para realiza-las. Após a invenção do telescópio outros planetas foram descobertos: Urano (1781), Netuno (1846) e Plutão (1930), além de uma infinidade de outros corpos celestes, como os asteróides e cometas. No início do século 20 os cientistas descobriram outros tipos de ondas que como a luz fazem parte do espectro eletromagnético. Estas ondas no entanto apresentam uma série de vantagens em relação a luz, basta pensar no mau tempo ou no céu encoberto para realizar observações astronômicas. Em 1931 Karl Jansky, descobriu a presença de Ondas de Rádio que chegavam do espaço e interferiam nas comunicações na Terra. Esta descoberta marca o início da radioastronomia, uma técnica de observação tão importante quanto as observações astronômicas por telescópios, possibilitando o estudo de corpos celestes. As substâncias de que são feitos os planetas emitem ondas de rádio. E essas ondas, diferentemente da luz visível, penetram com facilidade na atmosfera terrestre e suas camadas de nuvens.

Astronomia

Author: Camila /


Astronomia, que etimologicamente significa "lei das estrelas" com origem grego: (άστρο + νόμος) povos que acreditavam existir um ensinamento vindo das estrelas, é hoje uma ciência que se abre num leque de categorias complementares aos interesses da física, da matemática e da biologia. Envolve diversas observações procurando respostas aos fenômenos físicos que ocorrem dentro e fora da Terra bem como em sua atmosfera e estuda as origens, evolução e propriedades físicas e químicas de todos os objectos que podem ser observados no céu (e estão além da Terra), bem como todos os processos que os envolvem. Observações astronômicas não são relevantes apenas para a astronomia, mas também fornecem informações essenciais para a verificação de teorias fundamentais da física, tais como a teoria da relatividade geral.A origem da astronomia se baseia na antiga (hoje considerada pseudociência) astrologia, praticada desde tempos remotos. Todos os povos desenvolveram, ao observar o céu, um ou outro tipo de calendário, para medir as variações do clima no decorrer do ano. A função primordial destes calendários era prever eventos cíclicos dos quais dependia a sobrevivência humana, como a chegada das chuvas ou do frio. Esse conhecimento empírico foi a base de classificações variadas dos corpos celestes. As primeiras idéias de constelação surgiram dessa necessidade de acompanhar o movimento dos planetas contra um quadro de referência fixo.A Astronomia é uma das poucas ciências onde observadores independentes possuem um papel ativo, especialmente na descoberta e monitoração de fenômenos temporários. Muito embora seja a sua origem, a astronomia não deve ser confundida com Astrologia, o segmento de um estudo teórico que associava os fenômenos celestes com as coisas na terra (marés) , mas que se apresenta-se falho ao generalizar o comportamento e o destino da humanidade com as estrelas e planetas. Embora os dois casos compartilhem uma origem comum, seus segmentos hoje são bastante diferentes; a astronomia incorpora o método científico e associa observações científicas extraterrestres para confirmar algumas teorias terrenas (o hélio foi descoberto assim), enquanto a única base científica da astrologia foi correlacionar a posição dos principais astros da abóboda celeste (como o Sol e a Lua) com alguns fenômenos terrestres, como o movimento das marés, o clima ou a alternância de estações.



Nasceu na Alemanha em 1571 e ainda muito jovem foi enviado a um seminário protestante cujo objetivo era criar barreiras teológicas contra o avanço da poderosa Igreja Católica Romana.Sua curiosidade, contudo, foi sempre maior que o temor a Deus que se inspira em lugares assim. O Deus de Kepler era o poder criador do Universo. Kepler ajudaria a Europa a livrar-se da reclusão do pensamento medieval. Ele teria um vislumbre da mente de Deus.Na verdade a perigosa visão de Kepler tornou-se uma obsessão que perdurou por toda sua vida. Estudando a matemática de Euclides, ele imaginou contemplar a perfeição cósmica: “A Geometria existiu antes da Criação... [ela] forneceu a Deus um modelo para a Criação... A Geometria é Deus.”Kepler foi estudar na universidade de Tübingen em 1589, deixando para trás uma vida de clérigo, mas não as superstições. Para a maioria das pessoas, ricas ou pobres, impotentes diante das doenças ou da fome, as estrelas pareciam uma verdade eterna. A astrologia prosperaria na Europa ainda por muitos anos – e o próprio Kelper manteria por toda sua vida uma atitude ambígua.Seguiu para a Áustria, onde foi nomeado professor de matemática em uma escola secundária, compilando tanto almanaques astronômicos quanto horóscopos. Costumava dizer: "Deus provê a cada animal seu meio de sustentação. Para o astrônomo, Ele proveu a astrologia". Depois de Kepler astronomia e astrologia se separariam definitivamente.